O Rock in Rio é Baile de Festival by Hugo Inglez

minha missão no Rock in Rio era produzir conteúdo giro para o projeto social do Festival, o #EstáTudoConectado.

tens 10 minutinhos sobrando aí? eu te conto sobre o Projeto e meu role completo pelo primeiro final de semana de Festival - que foi épico -, numa crônica das internas estilo Galvanize dos Chemical Brothers. Don't Hold Back. Já estou antecipando o show deles na sexta-feira de Rock in Rio. uau.

vamo?

não ligas para o meu português, que estou a tentar deixá-lo de nenhum lugar e de todos os lugares. português de pensamento livre. para você prestar atenção nas fotos.

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meu caminho foi todo rico de experiências e conexões, desde o Bunker de Conteúdo no Parque das Crianças até os cafés pelos backstages e a malta curtindo o Festival numa tranquila, numa relax, numa boa. 

caminho comandado por mulheres poderosas numa atmosfera de Festivalzão, daqueles Clássicos em que tem coisa fixe para fazer o dia inteiro, e quando você pausa para um show, o som bate alto e claro, imagem hd nas colinas. Caldeirão na mão da Anitta. com Pôr do Sol Infinito ®Português.

Anitta botando fogo no Palco Mundo num autêntico Baile Funk de Festival é onde nós vamos chegar.

e na Fender invocada com a assinatura dela que eu precisava ter grana para levar no leilão do #EstáTudoConectado. 

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o óculos escuros da Tia do Algodão Doce é da Lulah, minha namorada inglesa que curtiu o test drive do Festival na quinta com a Grazi. elas andaram na roda gigante, na tirolesa, e terminaram dançarando Champagne Papi no Music Valley com a pista toda para elas.

(a Lulah detesta quando eu chamo o Drake assim, mas ela sorri quando traduz estas partes e isso me deixa feliz).

a opinião das duas foi a mesma que eu ouvi Festival afora a partir de sábado, desde a correria dos Early Birds até o After das Árvores de Luz do Music Valley.

Elas se divertiram muito. muito Muito. todo mundo que foi no Rock in Rio. é muita opção de coisa divertida para se fazer o dia inteiro. de um palco ao outro é realmente tudo conectado, o que facilitou muito meu trabalho. o Projeto Social é uma extensão da auto-consciência do Festival.

uma plataforma de engajamento dentro de uma plataforma de entretenimento.

conheço a Camila há alguns anos apenas, mas inventei memórias de infância da gente brincando no parquinho para poder dizer que to bem orgulhoso da minha amiga de infância.

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passei a sexta-feira no Digital Stage apresentando o violão do Está Tudo Conectado para a malta portuguesa do digital. estavam ensaiando para shows e apresentações. do digital pro real. gostei disso. também gostei de ter ido do real para o romântico com o Wuant, que quando eu conheci chamei de Owhana, para descobrir que Owhana era a voz linda ensaiando com ele há alguns minutos. casalzão gente fina sempre no suporte um do outro e com sorrisão na cara. respect.

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sábado começou na correria literal. Early Birds sprintando pelas portas e Bunker de Conteúdo fervendo. o Bunker fica na Área das Crianças, junto do Parque do Dinossauro, da Tenda dos Incríveis e da Joaninha, a Tia do Algodão Doce.

de lá é produção nonstop de conteúdo para comunicação em tempo Agora. dá gosto de ver, e não vi muito porque a Camila me enviou em missão para o backstage do Palco Mundo, uma área comandada com elegância e errozero por um time de produtoras que eu chamo de Amazonas, são todas lindas, poderosas e mais altas que eu.

eu pretendia passar toda a minha estadia ali sem levantar a atenção. fotógrafo nesses lugares é ser mais discreto que vaso de planta. o que é difícil com os óculos da Lulah e minha personalidade comunicativa. mas é aquilo, Quem Me Viu Mentiu. acabei conhecendo uma galera firmeza como o Agir e o Diogo Piçarra. conversei de cultura Straight Edge com o Agir e fiquei triste de não poder sentar ali a tomar uns copos com o Diogo. o gajo é Simpatia de Brasileiro.

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existe um leilão com uma série de Fenders e Violões autografadas pelos artistas. os Violões são bem únicos, feitos por um dos melhores luthiers da Europa, com madeira de florestas portuguesas afetadas pelos fogos. e as Fenders são Fender né pá. 

as Guitarras do Leilão são um pedacinho bué funcional de shows históricos. porque realmente aconteceram shows marcantes. montaram um Festival com Atmosfera de Festival. das três apresentações que consegui parar para ver, o Muse lavou minha alma e o Língua Franca me relembrou como uma parceria brasileira-portuguesa pode ser rica e forte.

fiquei assistindo a Senegal e Japão com o Rael e Emicida e me bateu saudade do meu país. o Emicida brinca que o filho do Rael está dividido no jogo, por causa da mãe. que nada, a mãe diz que ele já se decidiu. o Martin responde que o pai dele está torcendo para o Senegal, então ele está torcendo para o Senegal também.

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saí correndo do Língua Franca quando a Sara Tavares estava entrando para a Redenção. mas eu queria emplacar umas fotos no circuito velocidade-da-luz de upload do Bunker. e a Anitta havia chegado ao backstage do Palco Mundo. o fim de semana foi inteiro assim, correndo de um lugar para o outro, fotografando as criaturas mágicas que cruzavam pelo caminho entre meus destinos.

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perdi a Anitta no backstage. juro. eu teria outra chance após o show. e me avisaram que ela levaria a bandeira do #EstáTudoConectado para o palco. então peguei outra bandeira - para a Camila lógico - e fui assistir ao espetáculo.

encontrei com gente de todas as áreas da produção do Festival. Conteúdo, imprensa, produção, engenharia, marketing, gerência. Amazona do backstage do Palco Mundo. Todo mundo parou para o show da Poderosa. e essa malta de credencial não para por Nada nem Ninguém. parecia jogo do Brasil. e de certa forma era.

gramado LOTADO até as colinas. uma coleção de top hits, um atrás do outro, sem descanso. palco cheio de uma diversidade quase debochada de tão linda. Lacração completa. acho que não aconteceu uma só canção em que a Anitta de fato performou sozinha. Todas acompanhadas pelo coro do público INTEIRO. ponta a ponta, pai, mãe, filhx, namoradx, cachorro. não teve alma capaz de ficar indiferente. o Pôr do Sol deixava a luz mais romântica a cada minuto.

e de Bossa Nova a Hits do Pop ao meu querido e maravilindo Funk Carioca®, percebi que estava num daqueles shows que ficam marcados na carreira de um artista e na história de um Festival.

o dia em que a Anitta transformou o Rock in Rio (Lisboa!) num autêntico Baile de Festival.

Até. O. Chão. como dizem meus amigos, os Carters:

"Have you ever seen the crowd goin' apeshit? Rah!"

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foi lendário assim. e para mim foi libertador. não se faz um festival memorável com uma equipe "chata". eu to arriscando a passar de jornalista infiltrado, mas a real é que eu sou bem parcial. a Camila falou que eu ia trabalhar com os melhores e assim foi. passei o final de semana num Bunker a milhão e todas as vezes que encontrei o Staff durante minhas janelas de break, eles estavam lá, aproveitando a própria criação. experimentando do próprio entretenimento. ainda a milhão.

é assim que se oferece uma Experiência única.

foi como cheguei no backstage do Palco Mundo depois do show. a milhão. quando entramos para a Camila eternizar as mãos da Anitta no Festival, ela estava claramente emocionada. olhos marejados. o melhor dia da vida, segundo a própria. 25 anos apenas. uma força da natureza. até eu estava emocionado.

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eu queria bastante essa guitarra. a da Demi Lovato e do Bruno Mars também são duplo fixe, mas a essa hora eu já estava sentindo muito frio pra processar qualquer coisa.

se chegaste até aqui comigo, amigx, obrigado. aproveita a onda boa para ir lá no site do Está Tudo Conectado conferir as Guitarras do Leilão e o Projeto né.

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Uma plataforma que te dá tudo que você precisa para criar participação ativa e consciente na preservação e recuperação das florestas portuguesas. Às vezes o pouquinho de vontade que falta é aquele de não saber por onde começar. Então, o Está Tudo Conectado mostra como se engajar de forma objetiva e local.

www.estatudoconectado.pt

é bem fixe mesmo. a Camila veste a camisa da Roberta Medina, eu visto a bandeira da Camila (com os óculos escuros da Lulah), e amanhã Sexta Boa estamos lá de volta ao Bunker de Conteúdo, que fica na Área das Crianças, com o Parque dos Dinossauros, a Tenda dos Incríveis e a Dona Joaninha, que vende Pipocas Incríveis mas será para sempre a Tia do Algodão Doce.

Amanhã é dia de The Killers e The Chemical Brothers. é dia de pular igual criança. o Baile de Festival continua e a Lulah vai estar presente. ler é um hábito em extinção, então se chegaste até aqui e por acaso me reconhecer passando por ti no Parque da Bela Vista este fim de semana, me pára que faço teu retrato. costumo dizer que escrevo para os Poucos e Bons. a maioria está no Brasil. seria lindo fazer nova conexões por aqui. Está Tudo Conectado e minha gratidão eu entrego na hora.

Don't Hold Back.

Hugo Inglez

M12 x Sprayground / Behind the Scenes by Hugo Inglez

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The security team of Ciudad Real Madrid knows the Cantieri brothers from Lifepro by name and height. The mood at Valdebebas was the best possible. Last time I was in Madrid working with Felipe, Real pulled an amazing comeback against PSG with an amazing goal from Marcelo. This was the second time around and we listened to another comeback by Real Madrid on Spanish radio, this time against Bayern Leverkusen, with another one of Marcelo’s magic stunts. The goal almost gave us a heart attack. Next time let’s try not do that.

While Marcelo trained, we interviewed Gotê, his father-that-looks-like-his-brother. Born in 68, while Marcelo in 88 and Enzo, Marcello’s son, in 2008. Enzo was born with his father’s profession in his genes - addicted to football. He has his mother’s green eyes and the sweet smile of both parents. I don’t think the boy will have a problem finding love before 2028. You know… to keep the tradition. We were talking about this while re-watching last year’s UEFA final game against Juventus. Marcelo introduced his father to Zidane, Cristiano and everyone who passed through.

 photo by Felipe Cantieri

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Then the Sprayground crew arrived. They were shooting the upcoming M12 x Sprayground collab. The Sprayground Brothers brought a big squad, made up of blade-sharp professionals. I admire their perfectionism in the smallest details. Felipe appreciates it too - he only works with people on this level. It saves time and energy.

The M12 X Sprayground bags are fucking beautiful. Marcelo asked for his little boombox and blasted J. Cole’s KOD on the speaker to hype the crew. The photo shooting, chaos-controlled by Felipe, starring Marcelo and David, with creative direction by Mad Albert and the photography eyes of Hector Ges and Lourenzo went smooth and to the point.

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At the end, Marcelo gave the Sprayground brothers a customized Real Madrid jersey and got hooked to Mike’s red and golden exclusive super luxury backpack. Mike – the invisible Sprayground brother and powerhouse - didn’t even flinch, just told his team he needed another bag for the rest of the trip.

I respected that attitude A LOT.

And that was a wrap. We gave our Spanish photography brothers a ride, stopped for a quick sandwich with caña and went to the Sprayground crib to celebrate. Some pool, vodka and out for a fine dinner at Amazonico. We finished the night back at their crib, planning future actions. I put a helmet to stop my thoughts from flying away. It didn’t work.

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It was time to go back to our place to get some sleep. Next morning we would be off to Valdepeñas for Caio Alves final match. No rest for the wicked, I think. Couldn’t be more grateful for that. Living in the fast lane is the only life I want.

Prepare your wallet. The M12 x Sprayground collab is coming up strong for you to ride in style like all the masterminds involved.

Hugo Inglez

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///////////// Versão em português

Os seguranças da Ciudad Real Madrid conhecem os irmãos Cantieri da Lifepro por nome e altura. O clima em Valdebebas não poderia ser melhor. Na primeira vez em que estive em Madrid trabalhando com o Felipe, o Real tirou da cartola aquela virada contra o PSG, com aquele golaço do Marcelo. Segunda vez em Madrid e outra virada do Real, dessa vez contra o Bayer Leverkusen, com outro golaço do Marcelo. Dizem que ele é lateral. Eu to começando a duvidar. Ouvimos o jogo no rádio espanhol e quase nos arrumamos um ataque do coração. Próxima vez vamos não fazer isso por favor.

Enquanto o Marcelo treinava nós entrevistamos o Gotê, pai do Marcelo que parece seu irmão. Nascido em 68, enquanto o Marcelo em 88 e o Enzo em 2008. O Enzo nasceu já com a profissão nos genes - viciado em futebol como o pai. Ele tem os olhos verdes da mãe e o sorriso doce de ambos, então não creio que o garoto vai ter problemas em encontrar seu amor antes de 2028. Manter a tradição, você sabe. Conversávamos sobre isso enquanto assistíamos a final da UEFA do ano passado contra a Juventus. Marcelo apresentou seu pai para o Zidane, Cristiano e basicamente todo mundo que cruzou conosco. Fiquei amarradão com a atitude dele.

A crew da Sprayground chegou. Foram fotografar a nova colab de mochilas. Os irmãos da Sprayground trouxeram um time grande, formado exclusivamente por profissionais faca-na-caveira. Admiro o perfeccionismo dos caras em todos os detalhes, e o Felipe também - ele só trabalha com gente assim. Poupa tempo e energia.

As mochilas M12 x Sprayground são o bicho. O Marcelo pediu pela mini boombox dele, estalou um J. Cole para botar todo mundo no clima. O ensaio com Marcelo e David Ben David - um caos controlado pelo Felipe - foi suave e objetivo, com direção criativa do Mad Albert e olhar fotográfico do Hector Ges e Lourenzo.

No final, o Marcelo deu de presente para os irmãos uma camisa do Real customizada, e ficou amarradão na mochila exclusiva e super luxuosa do Mike, que nem piscou. Ofereceu de presente aquela belezura vermelha e dourada e avisou à equipe que precisava de uma mochila nova para o resto da viagem. Eu respeitei DEMAIS essa atitude do Mike, o irmão invisível e powerhouse da Sprayground.

E foi isso, missão cumprida.

Demos uma carona para nossos irmãozinhos fotógrafos, paramos para um sanduíche rápido com caña e partimos para a mansão da Sprayground em Madrid, para uma boa e velha celebração. Sinuquinha, vodca e um jantar fino no Amazônico. Terminamos a noite de volta à mansão deles, planejando futuras ações. Me arrumei um capacete para tentar impedir as ideias de voarem da minha cabeça. Não adiantou.

Era hora de voltarmos ao nosso airbnb para um pouco de sono. Na manhã seguinte a gente partia para Valdepeñas, acompanhas o último jogo do Caio Alves. Sem descanso. Você não imagina a minha gratidão por isso. Viver rápido e muito é a única vida que desejo.

Então prepara a carteira, que a colab M12 x Sprayground está chegando aí pesadona, para você roda no estilo, assim como todas as mentes brilhantes envolvidas no projeto.

H.I.

O Cria da Barra e o que a Barra Cria by Hugo Inglez

Você provavelmente nunca leu alguém falando bem da Barra da Tijuca, meu bairro de criação no Rio de Janeiro. Tem uma primeira vez para tudo. Ou nas palavras do Bola de Fogo: "É na praia da Barra que uma moda eu vou lançar"

(Opinião / Antropologia de Boteco / Idioma Brasileiro)

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